Alto do Pina ainda em festa. É "até acabar o dia", diz o vencedor das marchas

Alfama, vencedor do ano passado, conquistou o segundo lugar e o terceiro foi para Penha de França.

O bairro do Alto da Pina foi o vencedor da edição deste ano das Marchas Populares de Lisboa, anunciou esta quinta-feira a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), responsável pela organização da iniciativa.

"Foi com bastante alegria que recebemos esta notícia. Obviamente sentíamos que o nosso trabalho seria recompensado, e foi recompensado ", contou Pedro Jesus, do ginásio do Alto do Pina, à TSF.

Às 8h00 desta quinta-feira, a festa ainda ocupa as ruas. Pedro Jesus descreveu uma sede ainda em passos de dança, onde se agrupam "marchantes, apoiantes, numa alegria muito grande".

Diversão, alegria, de fazer "rir e chorar", até o dia acabar, sem esquecer que "amanhã é um dia de trabalho para todos nós".

Na sede da coletividade, as raízes alfacinhas têm vozes unas e festivas, até porque "o tema [vencedor] era a volta do Alto Pina, o renascer do bairrismo, do associativismo", realçou Pedro Jesus.

O segundo lugar foi atribuído ao vencedor do ano passado, Alfama, e o terceiro a Penha de França.

Com centenas de participantes, o 87.º concurso das marchas contou com 20 grupos: Alfama (vencedora em 2018), S. Vicente, Carnide, Bica, Bela Flor-Campolide, Ajuda, Baixa, Madragoa, Penha de França, Graça, Beato, Marvila, Bairro da Boavista, Olivais, Mouraria, Parque das Nações, Castelo, Alto do Pina, Alcântara e Bairro Alto.

Em extracompetição, desfilaram pela Avenida da Liberdade as marchas Infantil "A Voz do Operário", Mercados, Santa Casa e, como convidada, a Marcha Popular de Ribeira de Frades (Coimbra).

A véspera do Dia de Santo António (feriado municipal na capital) foi ainda marcada, como é tradição, pelos Casamentos de Santo António, com 16 casais que se juntaram às marchas à noite, e com vários arraiais pela cidade.

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