Bombeiros de Sacavém exigem soluções para 37 desalojados do incêndio em Loures

Trinta e sete pessoas vivem "sem condições" no ginásio da Associação dos Bombeiros de Sacavém. O presidente da corporação vai falar com a câmara para resolver o problema.

A associação dos Bombeiros de Sacavém exige soluções para as 37 pessoas que há mais de duas semanas estão a dormir no quartel de bombeiros. São famílias que ficaram desalojadas na sequência de um incêndio que atingiu as casas onde viviam, na Quinta do Mocho, no concelho de Loures.

A câmara tenta procurar soluções para estas famílias, mas até agora, nada foi feito. "Se for demasiado tempo, começa-se a colocar um problema até para as próprias pessoas. Começam a ficar impacientes", alertou o presidente da Associação dos Bombeiros de Sacavém.

Mário Pina sublinhou que o maior problema não é o dinheiro mas sim a falta de condições para abrigar mais de três dezenas de pessoas. "Isto é um ginásio que por cima tem umas grelhas onde os pássaros entram. Isto é uma associação humanitária, estou disposto a ajudar mas dentro daquilo que podemos oferecer", explicou, acrescentando que a situação "tem de ter um limite".

"Não posso estar aqui indefinidamente com as pessoas no ginásio. A primeira entidade a quem eu recorro é a câmara municipal. Pondero voltar a falar com a vereação e com o presidente", garantiu Mário Pina.

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de