Calor e vento obriga a reforçar vigilância em áreas protegidas

Autoridades detetaram queimadas proibidas nos últimos dias.

Por causa das temperaturas e do vento previstos para os próximos dias, o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) vai reforçar, a partir da noite desta quinta-feira, a vigilância em parques e áreas protegidas.

Quem vigia estas zonas vai fazer horas extra para evitar incêndios e queimadas para a pastorícia que, apesar de serem proibidas, já começaram a ser detetadas nos últimos dias.

O presidente do ICNF explica à TSF que o reforço será "genericamente por todo o país", numa altura com condições climatéricas adversas e depois de um longo período de seca.

Nuno Banza sublinha que todos os meios costumam estar ao serviço nesta altura do ano, pelo que aquilo que será feito é um reforço de horas de trabalho, se for preciso recorrendo a horas extra naquilo que identifica como um investimento e não um custo para proteger valores com uma importância muito maior que o dinheiro que será gasto.

O reforço de vigilância será sentido nas equipas de vigilantes da natureza e no corpo de agentes florestais.

A realização de queimadas é proibida até 30 de setembro e punida com coimas que podem atingir 60 mil euros para pessoas coletivas.

O ICNF admite que, "sendo necessária a renovação de pastagens para o gado, irá apoiar a utilização de ações de fogo controlado a partir de outubro".

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