Já se pode ir a banhos, mas com cuidado. Algas não causam intoxicação em humanos

A Agência Portuguesa do Ambiente mantém o aconselhamento de que o banho deve ser evitado, sobretudo por crianças e grupos vulneráveis.

Foi levantado o desaconselhamento dos banhos nas praias entre a Ilha Deserta e Quarteira. Uma espécie bioluminescente, que pode ser encontrada em lugares como a Califórnia ou a Tailândia, deixou a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Autoridade de Saúde Regional em alerta nos últimos dias, mas as algas de elevada densidade não causam intoxicação em humanos.

O esclarecimento foi dado pela APA na sua página online e adianta que "não se mostram descritos casos de intoxicação em humanos pela toxina identificada".

"Embora a mancha de microalgas já tenha começado a dissipar-se, nas zonas onde ainda se verifique alguma densidade, a Agência Portuguesa do Ambiente mantém o aconselhamento de que o banho deve ser evitado, sobretudo por crianças e grupos vulneráveis."

Na sequência do aparecimento de microalgas com grande densidade, a APA tinha desaconselhado, por precaução, o banho nas praias compreendidas entre a Ilha Deserta e Quarteira. Nos dias seguintes, e com a deslocação da mancha para poente, o desaconselhamento abrangeu ainda uma área que se estendeu até à praia das Açoteias.

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