"Toda a gente tem uma história. Acredito profundamente nisto"

Tudo começou há dois anos. Primeiro no Facebook, depois num blogue e, qualquer dia, quem sabe, num livro. No Dia Internacional das Histórias de Vida, a TSF ouve a história de quem ouve as histórias dos outros.

Marta Rangel foi jornalista e assessora de imprensa e, hoje em dia, é freelancer na área da comunicação.

Desde sempre gostou de ouvir histórias, sempre acreditou que todos têm algo para contar, mas foi em 2017, durante uma viagem à Tailândia e ao Laos, que resolveu passar essa viagem para o "papel".

As histórias que foi ouvindo de desconhecidos e figuras públicas têm sido publicadas numa página do Facebook e ganharam espaço num blogue , mas Marta Rangel espera, em breve, conseguir publicar um livro.

Para as conversas não segue um método, podem durar "duas, três horas, não há propriamente um plano". "Digo, normalmente, 'vamos começar pelo início: onde é que nasceste e onde?' e depois deixo-me surpreender, porque todos nós temos ingredientes que funcionam para que outras pessoas se identifiquem connosco".

"Toda a gente tem uma história. Acredito profundamente nisto", diz Marta Rangel, acrescentando que contar e partilhar histórias de vida contribuiu para promover a memória coletiva mas também "pode ser uma ferramenta para a inclusão e para a aceitação da diversidade".

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