Já não há frentes ativas em Vila de Rei, mas "pontos quentes" preocupam

Trabalhos durante a noite "foram bastante frutíferos", mas o calor e vento prometem trazer novas dificuldades esta tarde.

O incêndio que deflagrou no sábado em Vila de Rei e que afeta também Mação está está "em fase de consolidação", dominado em 90% do perímetro.

Segundo o comandante do Agrupamento Distrital do Centro Sul, Luís Belo Costa, já não existem frentes ativas, mas mantém-se vários "pontos quentes preocupantes" - zonas com combustão lenta e sem propagação.

Segundo o último balanço da Proteção Civil, esta manhã em conferência de imprensa, "os trabalhos durante a noite foram bastante frutíferos".

A progressão das chamas "foi travada em zonas extraordinariamente difíceis", com recurso a maquinaria pesada e operacionais a pé.

O fogo continua contido entre Mação e Vila de Rei, não chegou a entrar no concelho de Proença a Nova.

Durante a noite caiu alguma chuva na zona "mas não teve grande impacto". Já a trovoada provocou novos incêndios.

No Fundão surgiram três novos fogos na sequência da trovoada, disse o comandante Luís Belo Costa.

Devido às previsões meteorológicas - temperaturas elevadas e vento, com o avançar do dia são previsíveis novas "dificuldades", em especial durante o período da tarde.

"Vamos aproveitar as condições favoráveis da manhã para combater a ameaça" e antecipar os períodos de maior calor, explica o comandante Luís Belo Costa.

As manobras vão ser intensificadas "nos 10% de perímetro que nos falta consolidar" para extinguir este incêndio, com 11 máquinas de rasto e o mesmo efetivo no terreno, mais de mil operacionais.

Durante a manhã também será feito "um trabalho de retaguarda" com pré-posicionamento de forças com "potência própria para evacuações", nomeadamente a GNR, Cruz Vermelha e INEM, em coordenação com a Segurança Social, caso seja necessário efetuar algum realojamento.

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