Já nem o Gerês escapa à seca que chegou, em julho, a todo o país

Seis distritos a Sul do Tejo estão em seca severa ou extrema.

Portugal acabou o mês de julho com todo o território do Continente em situação de seca, agravando-se os casos de seca moderada, severa e extrema.

O balanço é do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) no resumo climatológico sobre o tempo em julho que apesar de ser considerado um mês "normal" em relação à temperatura e precipitação agravou a situação de seca.

No final de junho Portugal ainda tinha 2,5% sem seca, numa zona que coincidia, em grande parte, com o Parque Nacional Peneda-Gerês. Um mês depois também essa área passou a ser classificada como estando em seca fraca.

No todo do país a percentagem do território em seca considerada fraca, segundo os especialistas, diminuiu (de 40,9% para 29,2%), tendo aumentado o território em seca moderada (22,7% para 33%), em seca severa (28,0% para 28,3%) e, sobretudo, em seca extrema (5,9% para 9,5%).

Na prática a situação de seca agravou-se um pouco no mês de julho, subindo para Norte no território continental.

Os distritos de Faro, Beja, Setúbal e Évora estão na totalidade, nesta altura, em seca severa ou extrema, tal como parte dos distritos de Portalegre e Santarém.

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