Lavradores de Feitoria é expressão de vitalidade

Uma novidade absoluta e novas colheitas, a par de uma imagem mais moderna de algumas referências, ilustram a vitalidade da Lavradores de Feitoria.

É uma empresa assente em inovador modelo de negócio, que permite, no Douro, a produção de vinhos numa lógica de sustentabilidade social, económica e ambiental.

Com duas dezenas de quintas espalhadas, estrategicamente, pelas três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior -, e 600 hectares de vinha, a Lavradores de Feitoria é o reflexo da partilha e do associativismo.

O objetivo traçado foi produzir vinhos com uma identidade muito própria e uma matriz em que sobressaíssem a elegância, a frescura e o potencial de guarda e que respeitassem a origem, num compromisso declarado com a excelência e tradição do Douro.

A empresa, que marcou uma nova época para a região duriense, conta com 53 acionistas, cinco dos quais são funcionários.

O respeito pelas pessoas e pela sua integridade é um dos pilares da Lavradores de Feitoria, cujos rostos mais visíveis são Olga Martins (CEO) e Paulo Ruão (diretor de Enologia).

Vinha do Sobreiro 2016 tinto e novas colheitas

A localização das vinhas em três sub-regiões permite obter a melhor matéria-prima, com uvas de castas bastantes diversas, cepas de todas as idades, plantadas a múltiplas altitudes, com diferentes exposições, numa enorme heterogeneidade de solos.

Tais condições são aproveitadas da melhor forma pela equipa de enologia dirigida por Paulo Ruão no sentido de criar vinhos com diferentes perfis, elegantes, equilibrados, que exprimissem a essência do Douro e com potencial de guarda.

A moderna adega de Sabrosa, inaugurada em abril de 2022. É o coração da empresa e do recente enoturismo em plena Vinha do Medronheiro e permite a produção de vinhos com caráter,

Projeto singular de arquitetura, a adega, com uma área de 3 775 metros quadrados, foi construída em betão e possui uma eficiência térmica, que associada à produção de energia através de painéis fotovoltaicos e ao tratamento de águas para a vinha, o que aumenta a sustentabilidade da empresa.

A mais recente novidade em estreia é o Vinha do Sobreiro 2016 tinto, produzido com as melhores uvas da vinha velha da Quinta das Pias, em Celeirós. É um Touriga Franca que expressa frescura e elegância, com fruta madura e muita frescura.

A nova colheita do Quinta da Costa das Aguaneiras tinto 2018 é lançada com garrafa de formato diferente e outro rótulo. É um Touriga Nacional, verdadeiro clássico do Douro: com aromas a fruta madura, encorpado, revelando-se ideal para acompanhar assados.

Entre as novas colheitas e com outra rotulagem, o Vinha da Meruge 2020 branco, 100% Viosinho, fermentou em barricas de carvalho português da empresa J. Dias e C.ª, sedeada em Paramos (Espinho). Antes do estágio de um ano em garrafa, passou seis meses em cubas de inox.

É um vinho equilibrado, com boa acidez e estrutura, ideal para acompanhar pratos de bacalhau e com potencial de guarda.

O Vinha da Meruge 2019 tinto, também com novo rótulo, é produzido com Tinta Roriz da Quinta da Meruge e Touriga Franca e Touriga Nacional de vinhas velhas, destaca-se pela elegância e harmoniza bem com carnes brancas.

O portefólio da Lavradores de Feitoria inclui ainda as marcas Três Bagos -- Sauvignon Blanc branco 2021; Reserva branco 2021; Reserva tinto 2018 e Grande Escolha tinto 2016 - e Lavradores de Feitoria com três referências: rosé; branco 2021, com Malvasia Fina, Códega, Gouveio e Viosinho de vinhas plantadas acima dos 400 metros de altitude; tinto 2021, com Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca, cuja produção é de 400 mil garrafas.

A empresa possui ainda as marcas Cheda, Gadiva e Estrada, assim como outras para clientes e mercados muito específicas, bem como vinhos de celebração.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de