"Lixo nas praias e animais mortos." SOS Sado preocupada com impacto das dragagens

A associação SOS Sado continua sem respostas sobre o impacto das dragagens no estuário do Sado.

A draga começou a trabalhar no fundo do rio há três meses e há relatos de que os sensores para monitorizar as poeiras levantadas pelo movimento das areias não estão a funcionar. A associação SOS Sado pediu informações à Agência Portuguesa do Ambiente, mas não obteve respostas.

David Nascimento, porta-voz da associação, levanta assim mais dúvidas sobre os impactos destas dragagens. "Não foi ainda disponibilizada qualquer informação. Não obtivemos respostas concretas sobre os vários relatos que dão conta de lixo que tem aparecido nas praias, animais mortos; portanto, podemos dizer que, pelo menos nestes aspetos, as dragagens já estão a ter impacto", assegura.

O porta-voz da SOS Sado pensa que ainda é tempo de travar a obra: "O facto de não haver, neste momento, uma catástrofe ambiental não significa que ela não possa vir a acontecer. Queremos que este projeto marque uma nova era na forma como o património natural é salvaguardado."

As dragagens no estuário do Sado promovidas pela Administração do Porto de Setúbal começaram há três meses. A TSF pediu um comentário a este organismo, mas a presidente do Porto de Setúbal não se mostrou disponível.

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