Madeira quer que todos os alunos tenham manuais digitais

Governante insular assegurou que a "aposta na escola pública é clara por parte deste Governo da Madeira".

O secretário da Educação, Ciência e Tecnologia da Madeira, Jorge Carvalho, disse esta segunda-feira que uma das apostas do executivo é que todos os alunos tenham "acesso aos manuais escolares, progressivamente em suporte digital, ao longo da escolaridade obrigatória".

O governante madeirense apresentava na Assembleia Legislativa do arquipélago as linhas mestras do programa para os próximos quatro anos do XIII Governo Regional da Madeira de coligação PSD/CDS, nas áreas que tutela.

Nas medidas a executar na área da educação, Jorge Carvalho realçou as "que garantam que todos os alunos tenham acesso aos manuais escolares, progressivamente em suporte digital, ao longo da escolaridade obrigatória".

"Está a ser um sucesso porque direções das escolas, pais e alunos prepararam-se bem para isso", assegurou.

O governante insular assegurou que a "aposta na escola pública é clara por parte deste Governo da Madeira", recordando que esta "é a única que usa manuais digitais" nos alunos do 5.º ano de escolaridade, o que representou um investimento de um milhão de euros este ano.

Jorge Carvalho referiu que, na área da educação e formação, o executivo insular pretende "aprofundar a conclusão da escolaridade obrigatória, a frequência de formação adequada ao seu desenvolvimento sociocultural e à elevação do nível de empregabilidade".

Também aposta na formação "dos cidadãos que estão fora da escolaridade obrigatória, no aumento da oferta pública da valência de creche e na garantia que todos os alunos tenham acesso aos manuais escolares, progressivamente em suporte digital, ao longo da escolaridade obrigatória".

O governante realçou que os objetivos principais do programa do executivo nas áreas que tutela visam "contribuir para a elevação, competências, formação, empregabilidade e empreendedorismo dos madeirenses". Jorge Carvalho referiu que, na área da educação e formação, o executivo insular pretende "aprofundar a conclusão da escolaridade obrigatória, a frequência de formação adequada ao seu desenvolvimento sociocultural e à elevação do nível de empregabilidade".

Na área do desporto, elencou a promoção da atividade física e hábitos de vida saudáveis, estimular a participação em provas nacionais e "incentivar a realização de eventos desportivos de nível nacional e internacional na região, enquanto espaço com excecionais condições para tal finalidade".

Jorge Carvalho mencionou que uma das apostas é "elevar o nível de intervenção no setor da juventude, através da criação de uma direção regional específica". O governo madeirense quer "fortalecer o movimento associativo juvenil e estudantil, quer potencial a utilização da rede regional dos centros de juventude e favorecem a dinamização das atividades juvenis".

Esta Secretaria preconiza "acelerar a implementação da estratégia regional de especialização inteligente, através da articulação dos contributos das instituições públicas e privadas que intervêm no setor". Questionado sobre a situação de precariedade de professores, apontou que a região tem apenas "6% de professores contratados", que preenchem "necessidades pontuais", num total de cerca de 300, metade dos quais serão ainda integrados até ao final deste ano.

"Na região temos valorizado a carreira docente", vincou.

Jorge Carvalho ainda realçou que "a região sempre esteve na vanguarda ao nível da inclusão", aguardando a adaptação de legislação correspondente à região e assegurou que a Madeira "está a caminhar para a gratuitidade na escolaridade obrigatória".

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