Maioria absoluta contra encerramento de maternidades

78% dos entrevistados da sondagem TSF/JN/DN contestam o fecho de maternidades, por falta de médicos.

É uma maioria esmagadora que rejeita a solução proposta pela Comissão de acompanhamento da resposta em urgência de Ginecologia.

O encerramento das maternidades é rejeitado por 78% dos inquiridos da sondagem TSF/JN/DN. Apenas 14% concordam com o fecho das maternidades por falta de médicos.

A decisão será tomada pelo director executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas o cargo recentemente criado e ocupado por Fernando Araújo divide os portugueses. 38% acreditam que a direcção executiva vai ajudar a resolver os problemas do SNS. 28% têm opinião contrária.

24% consideram que vai ficar tudo na mesma.

Entre as prioridades apontadas ao novo director executivo, está a articulação entre as unidades de saúde e a diminuição dos tempos de espera nas consultas e cirurgias. Contudo, a grande prioridade no sector vai para a contratação de mais profissionais de saúde, uma medida defendida por 90% dos entrevistados. Além de médicos, pedem-se mais enfermeiros e assistentes técnicos.

A sondagem questionou também a percepção que os portugueses têm da Covid-19.

66% dos entrevistados entendem que as medidas para a Covid-19 são suficientes, mas 37% pensam que apenas uma minoria vai cumprir essas medidas. De resto, uma em cada quatro pessoas admite que só usa máscara se for obrigatório.

58% acreditam que a Covid-19 está controlada e deve ser tratada como uma normal infecção respiratória.

21% têm opinião contrária.

A autora não escreve segundo as normas do novo Acordo Ortográfico

Ficha técnica

A sondagem foi realizada pela Aximage para a TSF, JN e DN, com o objetivo de avaliar a opinião dos portugueses sobre temas relacionados com a saúde.

O trabalho de campo foi feito entre os dias 25 e 30 de Novembro.

Foram recolhidas 800 entrevistas entre maiores de dezoito anos residentes em Portugal.

Foi feita uma amostragem por quotas, com sexo, idade e região, a partir do universo conhecido, reequilibrada por sexo e escolaridade.

O grau de confiança é de 95% com uma margem de erro de 3,46%.

A responsabilidade do estudo é da Aximage, sob a direcção técnica de Ana Carla Basílio.

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