Mais 67 médicos para formação "não resolve drama". Sesimbra pede mais investimento para Hospital de Setúbal

O autarca de Sesimbra refere, em entrevista a Fernando Alves, na Manhã TSF, que o direito a cuidados médicos está "quase" a atingir uma "linha vermelha" nos concelhos de Setúbal, Sesimbra e Palmela. Francisco Jesus sublinha a "necessidade de reforçar as remunerações e as carreiras".

O presidente da Câmara Municipal de Sesimbra acredita que a recente contratação de médicos para formação no Centro Hospitalar de Setúbal não passa de um "remendo". O Hospital de São Bernardo serve os concelhos de Setúbal, Sesimbra e Palmela. Francisco Jesus, presidente da Câmara de Sesimbra, pede mais investimento.

"Neste momento, não dá resposta quer pela dimensão das instalações, quer por aquilo que é a sua tipologia, quer, sobretudo, pela falta de profissionais. Nós chegámos quase a uma linha vermelha naquilo que é o direito destas populações dos três concelhos, particularmente, mas também de outros concelhos vizinhos que, em algumas especialidades, têm como referência o Centro Hospitalar de Setúbal. Neste momento, é preciso investimento", afirma, em entrevista a Fernando Alves, na Manhã TSF.

O autarca de Sesimbra sublinha que a contratação de 67 médicos para formação está longe de resolver o problema.

"Foi bom que acontecesse, era um remendo importante. Não vem resolver o drama que temos em termos de recursos humanos, nomeadamente profissionais de saúde necessários para aquilo que é um serviço eficaz do Centro Hospitalar de Setúbal. Há necessidade de reforçar aquilo que são as remunerações e as carreiras", refere.

Esta terça-feira, por volta das 18h00, os municípios de Sesimbra, Setúbal e Palmela promovem uma vigília em frente ao Hospital de São Bernardo.

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