Mais de 20 milhões de vacinas administradas. Casa Aberta para quem vai estar nas mesas de voto

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde apela a que a faixa etária dos 50 aos 59 anos se vá vacinar com a dose de reforço contra a Covid-19. Lacerda Sales também anuncia o regime de Casa Aberta para todos aqueles que estarão nas mesas de voto, numa altura em que se sabe que em Portugal já foram administradas mais de 20 milhões de doses de vacina contra a Covid-19.

A partir deste domingo, quem vai estar nas mesas de voto e não tomou no sábado a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 pode tomá-la em regime de Casa Aberta. No sábado, nos centros de vacinação, perto de 60 mil pessoas receberam a dose de reforço.

Para as que ainda restam, a casa está aberta, diz o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales. "A partir de hoje, os membros das mesas eleitorais podem ser vacinados em Casa Aberta, mantendo-se, para as forças de segurança e para os profissionais do ensino superior, o processo de senhas digitais, mas, durante a semana, manteremos em aberto todo este processo, para além do outro processo que já decorria, nomeadamente a Casa Aberta para os que têm mais de 60 anos, os autoagendamentos para os que têm mais de 45 e os autoagendamentos Janssen para maiores de 18 anos."

A Direção-Geral da Saúde divulgou neste domingo os mais recentes números da vacinação em Portugal. Desde o início do processo, que remonta aos últimos dias de 2020, já foram administrados mais de 20 milhões de vacinas contra a doença.

Em declarações à RTP, Lacerda Sales não esconde a satisfação, mas pede a quem tem entre 50 e 59 anos que tome a dose de reforço. "Os números são muito bons para as faixas acima dos 80 anos: temos mais de 90% da população com dose de reforço. Acima dos 70 anos também, com mais de 90%. Acima dos 65, mais de 80%."

No entanto, "há uma faixa, que é a faixa entre os 50 e os 59 anos, em que temos cerca de 750 mil pessoas com doses administradas; cerca de 50% da faixa elegível", pelo que Lacerda Sales deixa "um apelo específico e especial para esta faixa, para que possam recorrer para se vacinarem, apesar de não ser das faixas mais vulneráveis, mas é importante para continuar a decrescer em direção ao nosso objetivo".
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