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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assinalou esta quarta-feira que o apoio extraordinário de 240 euros, anunciado pelo primeiro-ministro para famílias com prestações mínimas, pode fazer uma diferença significativa para estas pessoas.

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De um dia para o outro, a atividade no Sport Algés e Dafundo teve de ser interrompida. O clube centenário deparou-se no início desta semana com um cenário em que a água virou protagonista, após ter entrado sem aviso durante a intempérie que afetou a região de Lisboa. Em declarações à TSF, o presidente do Sport Algés e Dafundo confessou que um dos empregados se emocionou ao ver o estado das instalações após as inundações.

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No restaurante de Alcântara que a TSF visitou, a água entrou sem pedir licença e chegou a atingir a cintura de Sónia, uma das funcionárias, que mede 1,65 metros. O fogão foi um dos equipamentos que ficou completamente coberto de água e dificilmente voltará a funcionar, como quase todos os equipamentos da cozinha.
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E em Algés, numa loja dedicada à venda de mobiliário, parecia ter caído uma lata de tinta castanha no piso do estabelecimento. Contudo, era mesmo uma extensa poça de lama que invadiu o local e que danificou grande parte da mercadoria. Questionado pela TSF sobre o número de vezes que este fenómeno meteorológico ocorria, o proprietário respondeu que "desde 1995 que não havia cheias nenhumas".

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No Parlamento, o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, disse querer que a TAP repense as relações com os trabalhadores, sob pena de que a empresa fique numa "situação difícil" por não ter capacidade de adaptação.

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Sobre a intenção de reprivatizar a TAP, o ministro afirmou que "já foi sinalizada ao mercado", embora não tenha havido "da parte do Governo" conversas com potenciais compradores.

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O temporal também foi tema de discussão na Assembleia da República. Em sessão plenária, os deputados foram das críticas a Carlos Moedas à falta de planeamento do Governo.

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