Ministério Público de Portimão confirma diligências sobre desaparecimento de Maddie

A investigação está a desenvolver-se em cooperação com as autoridades alemãs e inglesas.

O Ministério Público de Portimão faz saber, num comunicado divulgado esta manhã, que no caso do desaparecimento de Madeleine McCain em 2007 tem várias diligências em curso, nomeadamente a inquirição de testemunhas.

Neste caso do desaparecimento da menina inglesa na Praia da Luz, no Algarve, o Ministério Público, coadjuvado pela Polícia Judiciária está a apreciar " todos os factos com relevância penal e sempre que se revelem adequados desencadeados mecanismos de cooperação judiciária internacional ".

A investigação está a desenvolver-se em cooperação com as autoridades alemãs e inglesas.

A polícia britânica divulgou esta quarta-feira, em Londres, informação relacionada com um novo suspeito na investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann em Portugal em 2007 com o objetivo de confirmar se esteve envolvido ou não.

O homem de 43 anos, que não foi identificado, tem nacionalidade alemã e está atualmente a cumprir pena de prisão na Alemanha por um crime também não revelado pela Metropolitan Police, que considera esta a principal linha de investigação neste caso.

O homem, branco, é descrito como sendo na altura magro, com 1,8 metros de altura e com cabelo louro curto, e terá vivido entre o Algarve e a Alemanha entre 1995 e 2007, nomeadamente na zona da Praia da Luz e arredores.

Madeleine McCann desapareceu poucos dias antes de fazer quatro anos, a 3 de maio de 2007, do quarto onde dormia juntamente com os dois irmãos gémeos, mais novos, num apartamento de um aldeamento turístico, na Praia da Luz, no Algarve.

A polícia britânica começou por formar uma equipa em 2011 para rever toda a informação disponível, abrindo um inquérito formal no ano seguinte, tendo até agora despendido perto de 12 milhões de libras (14 milhões de euros).

A Polícia Judiciária (PJ) reabriu a investigação em 2013, depois de o caso ter sido arquivado pela Procuradoria-Geral da República em 2008, ilibando os três arguidos, os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, e um outro britânico, Robert Murat.

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