"Moçambique tem andado muito, mas muito, devagar"

O padre Carlos Jacob esteve 13 anos em Moçambique, tendo seguido de perto a situação social e política do país depois da independência e de longos anos de guerra civil. Perante as duas tragédias recentes, a TSF conversou com o missionário português sobre o momento que se vive no país, para onde e como caminha.

Carlos Jacob nasceu há 59 anos na Aldeia Viçosa, no concelho da Guarda.

Aos dez anos entrou no Seminário dos missionários de S. João Baptista, em Gouveia. Fez o noviciado na Alemanha, donde é originária a sua congregação. Concluiu licenciatura em Teologia e mestrado em pastoral na Universidade Católica, em Lisboa. Foi capelão militar em Santa Margarida e em Castelo Branco. Em 1998, seguiu para Nampula, em Moçambique, onde trabalhou durante treze anos nas missões de Murrupula e Marrere.

Perde-se pelo Benfica na televisão ou a ver um bom filme. Dedica muito tempo à leitura mas também à pesca, apicultura e agropecuária.

Escreveu o livro sobre Moçambique "Missão em África: Lançar sementes, colher sorrisos".

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