Nomeações episcopais travadas em Portugal. Bispos a conta-gotas

Dioceses de Bragança e Braga continuam no epicentro das nomeações vindas de Roma.

Por entre a turbulência dos abusos sexuais a menores soltaram-se, finalmente, as nomeações episcopais em Portugal, inexplicavelmente travadas pela Nunciatura Apostólica, em Lisboa.

As dioceses de Bragança e Braga continuam, assim, no epicentro das nomeações vindas de Roma. Primeiro, foi D. José Cordeiro para arcebispo de Braga, agora, é D. Delfim Esteves Gomes, de 60 anos, da diocese de Bragança, para auxiliar do arcebispo de Braga.

Este novo prelado português é natural da capital transmontana e nasceu quando, em Roma, se reunia o histórico Concílio Vaticano II, em 1962. Desenvolveu a sua atividade pastoral, durante 33 anos, no Seminário Diocesano, na vigararia episcopal do clero, na pastoral juvenil, escolar e social, na paróquia e concelho de Vila-Flor e no arciprestado de Moncorvo.

A nomeação deste novo bispo levanta, entretanto, a vacância de três outras dioceses: Angra, nos Açores, Setúbal e Bragança. Para esta diocese nortenha tudo indica que seguirá para lá, dentro em breve, o atual bispo auxiliar de Braga, D. Nuno Almeida.

Assim vão, ao ralenti, as nomeações e ordenações dos líderes das dioceses católicas do país.

Em sondagem recente da Conferência Episcopal, católicos portugueses manifestaram preocupação pela demora da nomeação de bispos residenciais diocesanos.

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