Nomes do Chega e IL chumbados, "povo sequestra Governo" e outros destaques TSF

Pacheco de Amorim, Cotrim Figueiredo e Mithá Ribeiro falharam a eleição para vice-presidentes da Assembleia da República.

Os deputados da Assembleia da República deram, esta tarde, o "sim" a Edite Estrela e Adão Silva como vice-presidentes da Assembleia da República, mas Diogo Pacheco de Amorim e João Cotrim Figueiredo não passaram pelo crivo parlamentar.

O Chega propôs ainda um segundo nome, o de Gabriel Mithá Ribeiro, mas os deputados também o rejeitaram.

No rescaldo da cerimónia de tomada de posse do novo Governo, Marcelo Rebelo de Sousa garante que o Governo não está refém do Presidente da República, mas sim do povo. "Tenho a certeza de que o primeiro-ministro compreende isto e percebe a importância disto. A única coisa que fiz foi recordá-lo", explicou.

Na Ucrânia, está a tornar-se cada vez mais difícil sair da cidade de Mariupol, cercada e arrasada pelos russos. Um dos civis ouvidos pela TSF conta que há "dezenas de checkpoints russos para sair da cidade".

Em Odessa, por outro lado, não há russos, mas há o receio de que possam entrar na cidade a qualquer momento. Vasyl é um dos muitos que fazem questão de manter a tradição diária de jogar xadrez nas ruas.

O Presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto que obriga os países "hostis" a pagar o gás russo em rublos e a partir de contas abertas dentro do país. Todas as transações têm agora de passar pelo Gazprombank.

Em Chernobyl, a companhia estatal de energia atómica da Ucrânia, Energoatom, adianta que as tropas russas estarão a retirar-se depois de terem sido contaminadas por radiação.

Para combater a escalada nos preços da energia, os governos português e espanhol vão propor a Bruxelas fixar o preço do gás em 30 euros por megawatt. Se foi aprovada pelo executivo europeu, a medida estará operacional em três a quatro semanas.

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propõe um aumento do gás natural em mercado regulado de 8,2% a partir de outubro.

A entrada em funcionamento, em junho deste ano, na Carris Metropolitana vai acabar com 902 tipos de bilhetes e criar 130 novas linhas nas quatro novas áreas em que a Área Metropolitana de Lisboa vai ser dividida.

No Novo Banco desde 2016, António Ramalho vai sair da gestão do banco em agosto. "Acredita ser este o momento certo para anunciar o seu desejo de deixar o cargo que assumiu há cerca de seis anos", lê-se no comunicado divulgado.

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