Novas administrações da EMEL e EGEAC já entraram em funções

Novo conselho de administração da EMEL "entrou em funções no dia 01 de agosto".

Os novos conselhos de administração da EMEL e da EGEAC, presididos pelo ex-deputado do PSD Carlos Silva e pelo gestor cultural Pedro Moreira, respetivamente, já entraram em funções, anunciaram esta segunda-feira as duas empresas municipais de Lisboa.

"O novo conselho de administração da EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural inicia hoje [08 de agosto] funções, após formalização de deliberação em assembleia geral da empresa", indicou o respetivo organismo municipal, em comunicado.

Relativamente à EMEL - Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa, o novo conselho de administração "entrou em funções no dia 01 de agosto", referiu a empresa.

Em 27 de julho, na última reunião pública antes das férias de verão, a Câmara de Lisboa aprovou a eleição dos novos conselhos de administração da EMEL e da EGEAC, as únicas duas empresas - do universo de cinco empresas municipais - que ainda não tinham sofrido alterações com o atual executivo camarário, sob a presidência de Carlos Moedas (PSD), que tomou posse em 18 de outubro de 2021 e que governa sem maioria absoluta.

A primeira empresa municipal a ter um novo conselho de administração foi a Gebalis - Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, com a tomada de posse em 28 de dezembro, tendo como presidente Fernando Teixeira, ocupando o cargo que estava a ser exercido por Pedro Pinto de Jesus, seguindo-se a Lisboa Ocidental SRU -- Sociedade de Reabilitação Urbana, que passou a ser presidida por António Lamas, em substituição de Inês Ucha, e a Carris, que tem desde maio como presidente Pedro Bogas, sucedendo a Tiago Farias.

Após formalização de deliberação em assembleia geral da empresa, o novo conselho de administração da EGEAC começou a trabalhar, sob a presidência de Pedro Moreira, licenciado em História, que já foi diretor de desenvolvimento e gestão cultural da EGEAC (2005-2016) e é atualmente diretor de operações do Museu do Tesouro Real do Palácio Nacional da Ajuda -- Turismo de Lisboa, substituindo Joana Gomes Cardoso, que ocupava o cargo desde 2015.

A nova administração da EGEAC inclui como vogal remunerada Susana Graça, licenciada em Economia e que já desempenhou funções de gestão na Direção-Geral das Artes, Direção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, Instituto do Cinema e Audiovisual e Instituto Português das Artes do Espetáculo, e como vogal não remunerado Manuel Falcão, que estudou Medicina, Fotografia, Comunicação, Marketing e Estratégia de Mídia, fundou o Blitz, o Independente e a Visão, desempenhou funções de presidente do Instituto Português de Cinema (1989-1990), foi diretor do Centro de Espetáculos do CCB (1991-1992) e já foi vogal da EGEAC entre 2002 e 2005.

Em relação ao novo conselho de administração da EMEL, sob proposta da Câmara Municipal de Lisboa para o mandato autárquico em curso 2021-2025, Carlos Silva, licenciado em gestão de empresas e ex-deputado do PSD na Assembleia da República, assumiu o cargo de presidente, substituindo Luís Natal Marques.

Da administração da EMEL fazem ainda parte Francisca Ramalhosa, que era vogal não remunerada da empresa e atual diretora municipal da Mobilidade e passou a ser vogal remunerada, assim como Ana Raimundo, licenciada em gestão de recursos humanos, que assumiu o cargo de vogal não remunerada.

"É com grande entusiasmo e motivação que inicio funções como presidente do conselho de administração da EMEL, tendo presente o desafio e a responsabilidade que esta nova administração tem pela frente", afirmou Carlos Silva, citado num comunicado, destacando a diversidade de atuação da empresa para tornar Lisboa uma cidade mais sustentável, inclusive com a criação da rede GIRA de bicicletas partilhadas e com a marca LEVE de carregamento de veículos elétricos.

Carlos Silva reforçou que "a EMEL é hoje muito mais do que uma empresa de ordenamento e gestão de estacionamento", sublinhando o contributo dos trabalhadores e esperando "melhor servir" os munícipes e todos aqueles que trabalham, estudam ou visitam a cidade de Lisboa.

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