O plano português para poupar energia, as explosões em gasodutos russos e outros destaques TSF

O Governo determinou a suspensão temporária nos recursos hídricos de 15 albufeiras, "até que sejam alcançadas as cotas mínimas da sua capacidade útil que venham a ser estabelecidas".

Foram esta terça-feira conhecidos os detalhes do plano de poupança de energia delineado pelo Governo. O documento, publicado em Diário da República, contempla medidas sobre eficiência hídrica, iluminação pública e limites de temperatura nos ares condicionados.

Por exemplo, de 6 de de dezembro de 2022 a 6 de janeiro de 2023, a iluminação natalícia em Portugal só deve funcionar entre as 18h00 e as 24h00.

Na extensa lista de medidas, o Governo recomenda também a adoção do teletrabalho, "sempre que seja viável", assim como a diminuição do limite máximo de velocidade nas estradas para 100 km.

Governo determinou ainda, a partir de 1 de outubro, uma suspensão temporária nos recursos hídricos de 15 albufeiras, "até que sejam alcançadas as cotas mínimas da sua capacidade útil que venham a ser estabelecidas".

Consulte a resolução do Governo na íntegra.

No plano internacional, a Suécia detetou duas explosões submarinas, "muito provavelmente devido a detonações", perto dos locais onde foram detetadas fugas nos gasodutos que transportam gás russo para a Europa. A Ucrânia acusou a Rússia de responsabilidade pelas fugas nos gasodutos, denunciando um "ataque terrorista" contra a União Europeia.

Por cá, no Parlamento, Inês Sousa Real arrasa o projeto do Chega para censurar Augusto Santos Silva: "é inconstitucional" e contribui apenas para uma "discussão estéril", apontou a deputada num parecer da Comissão de Assuntos Constitucionais.

O juiz conselheiro relator do relatório da auditoria do Tribunal de Contas (TdC) à gestão do Novo Banco, José Quelhas, admitiu que não está afastado o cenário de novas injeções de dinheiro público no NB.

Também na Assembleia da República, José Luís Carneiro garantiu que a rede SIRESP "não teve falhas" nos dois maiores incêndios deste ano. "Houve apenas "constrangimentos que se traduziram em alguns segundos de espera."

A marcar também o dia estão os recados deixados por Augusto Santos Silva para o presente e para o futuro. Num almoço na Associação 25 de Abril, o presidente da Casa da Democracia falou do ressurgimento do fascismo nos dias de hoje e deixou avisos sobre o contágio à direita democrática. "É a direita democrática a não ter nenhum pejo a aceitar a aliança com a direita extrema se esse for o preço que tiver de pagar para voltar ao poder", atirou.

Santos Silva aproveitou ainda a ocasião para responder ao líder do PSD, rejeitando responsabilidade no facto de a Assembleia da República ainda não ter quatro 'vices' eleitos.

A poucas semanas da entrega da proposta de Orçamento do Estado para 2023, o Governo apresenta na próxima segunda-feira às estruturas sindicais da administração pública as medidas que integram a atualização salarial para o próximo ano, com os sindicatos a exigirem aumentos que tenham em conta a inflação.

"Insustentável" e "inaceitável". São os adjetivos utilizados pela provedora de Justiça para descrever o estado das coisas na entidade que preside. "A continuação deste estado de coisas é insustentável. Desde 2017 até agora, creio que o aumento foi de 57%, mas se nada for feito (...), a instituição deixará de poder responder", afirmou a responsável esta terça-feira, no Parlamento.

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