O que quer o PAN para Lisboa, 100€ de subsídio de risco para GNR e PSP e outros destaques TSF

Para ler ao meio-dia, também a prisão preventiva de dois suspeitos iraquianos detidos pela PJ em Lisboa por suspeitas de pertencerem ao Daesh, o ataque terrorista na Nova Zelândia e o acordo entre a Comissão Europeia e a AstraZeneca.

A candidata do PAN à Câmara Municipal de Lisboa afirma que, depois das eleições, está disponível para negociar à esquerda e à direita. Em entrevista à TSF e ao DN, Manuela Gonzaga não concorda com limitações a novos Alojamentos Locais e defende que o aeroporto deve manter a dimensão atual. Gonzaga quer também a reconversão do Zoo de Lisboa e o fim do "horror" dos delfinários e acredita que conseguirá ser eleita vereadora, afirmando que é um objetivo "possível e plausível".

Eduardo Cabrita anunciou que o valor do subsídio de risco para as forças de segurança se fixa em cem euros, um montante que fica aquém do reivindicado pelo setor. O ministro da Administração Interna esclarece que passa para 1542 euros a remuneração média para todos os agentes de segurança, e, para os que iniciam o serviço, o salário total ultrapassa pela primeira vez os mil euros.

Os dois suspeitos iraquianos detidos pela PJ na região de Lisboa por suspeita de pertencerem ao movimento jihadista Daesh vão ficar em prisão preventiva por decisão do juiz de instrução criminal. Os dois homens já tinham sido denunciados, em julho de 2017, quatro meses depois de chegarem a Portugal, por um cidadão iraquiano. Na altura, o denunciante revelou, na Delegação Regional de Leiria, que os dois suspeitos eram militantes do ISIS, e que um deles, Ammar, tinha mesmo ocupado um lugar de destaque em Mossul.

Pelo menos seis pessoas foram foram esfaqueadas na Nova Zelândia. O ataque foi perpetrado por um terrorista que se inspirou no Daesh. O responsável foi abatido pela polícia. Três dos feridos encontram-se em situação crítica, um apresenta ferimentos graves e outro está numa situação controlada. A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, classificou o ataque como "desprezível, odioso e errado".

A Comissão Europeia e a AstraZeneca chegaram a um acordo para garantir a entrega, por parte da farmacêutica, das restantes 200 milhões de doses de vacinas antiCovid-19 acordadas com Bruxelas, visando pôr fim ao litígio em tribunal. Este acordo prevê o "compromisso firme" da AstraZeneca de entregar, além dos cem milhões de doses entregues até ao final do segundo trimestre deste ano à União Europeia (UE), outras 200 milhões de doses de vacinas.

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