Ordem dos Engenheiros desafia entidades a encontrar solução para Baixo Mondego

Bastonário da Ordem dos Engenheiros lembra que a obra construída na década de 1980 está inacabada.

O bastonário da Ordem dos Engenheiros desafia os agricultores e entidades que usam o empreendimento do Baixo Mondego, que inclui os diques que tiveram roturas, a sentarem-se à mesma mesa para encontrarem uma solução para a estrutura. Carlos Mineiro Aires lembra que a obra construída na década de 1980 está inacabada e, apesar da manutenção que tem sido feita, há problemas que entretanto surgiram e é preciso resolver.

"É uma obra de grande dimensão, que ainda tem algumas partes por concluir, nomeadamente no Vale do Mondego, nos afluentes em que falta fazer a regularização e a ligação à própria obra", explicou Carlos Mineiro Aires.

Carlos Mineiro Aires considera por isso que, além do Estado, as autarquias, os agricultores da região, as empresas e outras entidades que beneficiam da estrutura deveriam encontrar uma solução de futuro para que seja melhorada e se torne sustentável. E avisa que, se nada for feito, o que aconteceu agora vai repetir-se.

"Eles têm a sensação de que quando se faz diques ou proteção contra cheias aquilo defende contra tudo, mas não defende. Os acidentes podem acontecer quer por galgamento, quer por roturas, quer por causas ligadas à maior ou menor manutenção", acrescentou o bastonário da Ordem dos Engenheiros.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de