Ornelas vê igreja sempre "derrotada" perante casos de abuso, as várias negas ao OE2023 e outros destaques TSF

Líder da Conferência Episcopal assinala que em cada caso de abuso "alguém sofre" por ser "espezinhado nos seus direitos fundamentais".

"Qualquer número é demasiado." Foi com estas palavras que José Ornelas, o bispo de Leiria-Fátima que é também presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, mesmo não querendo comentar as palavras polémica de Marcelo Rebelo de Sousa, se referiu às já mais de 400 denúncias de abuso sexual na igreja. Em conferência de imprensa, Ornelas assinalou também que este é o tempo da justiça atuar e avisou que qualquer caso é sempre uma "derrota" para a instituição.

Em dia de audiências com o Presidente da República, o PSD fez saber que não tem "esperança" no Orçamento do Estado para 2023, por mais remendado que ainda possa ser, pelo que vai votar contra. Chega e IL também não dão luz verde ao exercício, assim como PCP, BE, PAN e Livre.

Do Parlamento Europeu chegou a Lisboa um pedido de esclarecimento em forma de carta. A comissão de Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos está preocupada com a transferência da Interpol e Europol da PJ para o Sistema de Segurança Interna e com o "risco de interferência política ou acesso indevido a informações sobre investigações criminais em andamento".

No Parlamento, o pedido de Marcelo Rebelo de Sousa para que seja revista a lei das incompatibilidades dividiu, uma vez mais, o PS e a oposição. Se dos socialistas há um desafio para alterar a lei, os social-democratas "não embarcam em alterações à pressa".

O desfile que a câmara de Lisboa quer organizar para as pessoas mais vulneráveis da cidade continua a gerar polémica. O organizador da iniciativa tem palavras duras para quem, a partir das juntas de freguesia, critica o evento.

No espaço de comentário Não Alinhados, Pedro Santana Lopes analisou esta quarta-feira as palavras de Marcelo Rebelo de Sousa sobre os abusos sexuais na igreja como uma asneira que estava destinada a acontecer "mais tarde ou mais cedo" a um Presidente que fala "demais".

A TSF continua a ser a rádio com mais leitores e ouvintes dos meios digitais portugueses. Em setembro, quase 1,3 milhões de pessoas acederam ao site da rádio que mudou a rádio.

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