Outdoors e outras ações de rua. PSP vai diversificar formas de luta

O Sindicato dos Profissionais de Polícia diz que, apesar de em fevereiro não se ter registado qualquer manifestação, os agentes não cruzaram os braços e vão desenvolver novas ações.

Enquanto o Governo não responder às reivindicações dos elementos da polícia, a PSP vai diversificar as formas de luta. Os polícias já tinham prometido organizar ações de protesto todos os meses, mas a última manifestação foi a 21 de janeiro e, em fevereiro, não houve qualquer ação.

O presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia explica à TSF que "não é fácil mobilizar todos os meses uma massa humana". Mário Andrade justifica assim a opção por "soluções diferentes", como a "colocação de outdoors, com as nossas reivindicações, como o subsídio de risco, em pontos estratégicos de Lisboa".

"Não avançámos em fevereiro porque o mês é mais curto. Queremos fazer uma ação diferente, não uma manifestação de rua."

A pausa do último mês não está relacionada com a chegada de um novo diretor nacional da PSP, que foi empossado há um mês. O presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia garante que o que os sindicalistas aguardam agora é o agendamento de uma reunião com o superintendente-chefe Magina da Silva.

No entanto, quanto às negociações da PSP com o Executivo, segue-se um encontro com os responsáveis pela pasta da Administração Interna: "Para quinta-feira, dia 5, às 10h00, temos agendada uma reunião com o secretário de Estado da Administração Interna, no MAI."

Mário Andrade assegura que as "negociações que têm estado a decorrer" e que os elementos da polícia planeiam organizar ações durante o mês de março se não forem acordados os subsídios de risco, não apenas as condições referentes à higiene do trabalho.

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