"País não tem dado a devida atenção." Cuidados Paliativos pedem "um olhar atento e rigoroso" do SNS

Catarina Pazes revelou, à TSF, que existe esperança de que os cuidados paliativos passem a ter a prioridade que merecem, porque o "país não tem dado a devida atenção" à área.

A Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos pediu, esta sexta-feira, "urgentemente", ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), "um olhar atento e rigoroso" para com a área e reconhece que ainda há um longo caminho para percorrer.

"Não podemos continuar a ter serviços e equipas criadas, mas, depois, na prática, não podem prestar os cuidados de qualidade a que as pessoas têm direito porque não têm as condições, a competência e a capacidade de responder às necessidades do país", enumera.

Em declarações à TSF, a presidente, Catarina Pazes, revelou a esperança para que os cuidados paliativos passem a ter a prioridade que merecem, porque o "país não tem dado a devida atenção". Para a associação é fundamental "pensar em várias áreas e, uma delas, será a formação dos profissionais de saúde e a formação pré-graduada das várias profissões de saúde".

O médico Fernando Araújo, presidente do Centro Hospitalar Universitário de São João desde abril de 2019, vai ser o novo diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), anunciou esta sexta-feira o ministro da Saúde.

A escolha de Fernando Araújo foi oficialmente confirmada por Manuel Pizarro em conferência de imprensa, em Lisboa, depois de o nome do médico ter sido amplamente apontado como titular do cargo.

O anúncio foi feito no dia em que foi publicado no Diário da República o diploma do Governo que regulamenta a direção executiva, a nova entidade prevista no novo Estatuto do SNS promulgado pelo Presidente da República no início de agosto.

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