"Troika" nos hospitais, fim da requisição civil e os custos do teletrabalho

Aproveite a pausa da hora de almoço para conhecer os temas que marcaram a manhã informativa da TSF.

O Plano de Recuperação e Resiliência prevê a concentração de urgências hospitalares e uma gestão dos hospitais mais vigiada com imposição de objetivos financeiros. O jornal Expresso escreve na edição desta sexta-feira que, afinal, há páginas ocultas do documento com reformas acordadas com Bruxelas. São mudanças que os administradores hospitalares classificam como uma "reedição da troika", mas o Ministério da Saúde esclarece que "as medidas que constam no PRR na área da Saúde refletem escolhas já identificadas no Programa do Governo e até na Lei de Bases da Saúde".

Arrancou, esta sexta-feira, a Cimeira Social no Porto. Estão presencialmente reunidos, pela primeira vez este ano, 24 dos 27 chefes de governo da União Europeia. Não vieram Angela Merkel, nem o primeiro-ministro holandês Mark Rutte, nem o de Malta, Robert Abela. Participam por videoconferência.

Costa quer mais funcionários públicos e reforma das profissões reguladas. No relatório fundamental com o PRR entregue em Bruxelas "fala-se das reformas, quer das profissões reguladas, quer da segmentação do mercado de trabalho".

O Supremo Tribunal Administrativo deu razão, esta sexta-feira, aos proprietários do Zmar, em Odemira, e suspendeu a requisição civil decretada pelo Governo para o complexo turístico. A decisão foi tomada depois de os proprietários avançarem com uma providência cautelar.

"O teletrabalho não pode gerar custos acrescidos para o trabalhador." Entrevistada no programa "Em Alta Voz", da TSF e DN, a ministra do Trabalho defende "efeito nulo" para as despesas do teletrabalho. Ana Mendes Godinho afirma que, em Odemira, o que for crime será "investigado e perseguido". E sobre a Cimeira Social Europeia, que começa esta sexta-feira, no Porto, garante que os "objetivos são ambiciosos, mas realistas".

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