"Plástico introduzido no oceano aumentou" por causa dos produtos de higienização

No Dia Mundial dos Oceanos, o ministro do Mar lembra que ainda há muito trabalho por fazer, não só ao nível da remoção de substâncias tóxicas, como na potencialização do oceano para produção de energia.

"O oceano, do ponto de vista das novas tecnologias, da biotecnologia, tem um valor inestimável e precisa de contribuir para a economia, para os processos de reforma de como utilizamos a nossa energia." A reflexão é do ministro do Mar, na data em que se assinala o Dia Mundial dos Oceanos.

Para o governante, ainda há muito trabalho por fazer no que diz respeito ao recurso que o oceano pode constituir e "é preciso não deixar baixar a guarda, em particular neste aspeto".

A pandemia de Covid-19 aliviou o fluxo de emissões carbónicas para a atmosfera, mas não deixou de ter um impacto ambiental nocivo. "O número de plásticos que entretanto foram introduzidos através dos produtos utilizados para higienizar o ambiente aumentou, e é necessário olhar para onde eles são depositados e como seguem o seu ciclo, que não acaba nos oceanos", alertou, em declarações à TSF, Ricardo Serrão Santos.

"O plástico é uma grande inovação tecnológica, tem uma importância enorme na vida e economia do planeta, foi mal governado e hoje vai gastar-se muito dinheiro para o retirar do mar, porque o impacto é muito grande e traz impactos económicos muito grandes", concluiu o ministro.

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