Portugal entra com o pé direito no Mundial, Marcelo falou de direitos no Catar e outros destaques TSF

Veja os golos. Cristiano Ronaldo estabeleceu mais um recorde: é o primeiro jogador a marcar em cinco fases finais de Mundiais.

Se o fado é sofrimento, Portugal foi ao Catar dar um concerto frente ao Gana. E o silêncio fez-se mesmo, pelo menos por duas vezes, quando depois de marcar, a equipa das quinas decidiu sofrer.

Cristiano Ronaldo, João Félix e Rafael Leão apontaram os tentos da formação das quinas.

Fernando Santos admitiu que o jogo de estreia no Mundial, frente ao Gana, não foi fácil, mas sublinhou que só lhe interessa os três pontos para seguir em frente.

Antes do apito inicial, Cristiano Ronaldo emocionou-se enquanto se ouvia o hino nacional no Catar.

No final do jogo, o capitão da seleção nacional assumiu que se emocionou no início do jogo com o Gana, enquanto cantava o hino, por ser o seu quinto Mundial e garantiu foco "único e exclusivo" na competição apesar da rescisão com o Manchester United.

Também no Catar, o Presidente da República tinha prometido falar de direitos humanos e a promessa foi cumprida. Sob pretexto da educação de qualidade para todos, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu coesão social que deve incluir toda a gente, independentemente de ideias políticas, proveniências socioeconómicas e orientação sexual.

Com uma mistura de entusiasmo e loucura, o Daniel, o Francisco, o Duarte e o Bruno fizeram-se à estrada rumo ao Catar. Uns são amigos de infância, outros conheceram-se na universidade. Têm um projeto em conjunto com um canal no YouTube onde vão divulgando vídeos de vários aventuras que vão tendo e, de repente, surgiu uma "ideia bastante maluca" de ir à boleia até ao Catar.

A TSF vai acompanhar os jogos da seleção portuguesa com reportagens do enviado especial António Botelho ao Catar. A banda sonora do Mundial 2022 na TSF é da autoria do grupo "Vozes da Rádio", com o tema "Doha a quem doer".

O Conselho de Ministros aprovou as atualizações salariais e de carreira para os funcionários públicos, definidas no acordo plurianual assinado com os sindicatos.

Após o Conselho de Ministros ter aprovado que obriga os bancos a renegociar contratos de crédito à habitação quando os juros "subam além do teste de stress a que as famílias foram sujeitas", o Presidente da República promulgou o diploma que alivia o crédito imobiliário.

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