Portugal oferece salvo-conduto à família de Ihor Homeniuk

A família do ucraniano que morreu no centro de instalação temporária do aeroporto de Lisboa já fez um pedido de proteção temporária a Portugal e aguarda resposta.

A família de Ihor Homeniuk ainda não pretende deixar a Ucrânia, mas já fez um pedido de proteção temporária a Portugal.

José Gaspar Schwalbach, advogado da família do ucraniano que morreu no centro de instalação temporária do aeroporto de Lisboa, gerido pelo SEF, aguarda resposta do serviço a este pedido. Mas o advogado revela que já teve a garantia de apoio por parte do governo português, com a emissão de um salvo-conduto para o filho mais novo de Ihor Homeniuk. "Para o caso do filho mais novo de 10 anos, que não tem documentos de identificação, foi equacionada a emissão de um salvo-conduto para que possa chegar ao país. Mas a família diz que para já não pretende deixar a aldeia onde vivem, acreditam que a invasão pode ser parada e querem ficar na aldeia o máximo de tempo possível."

A família vive próximo da Polónia e para já não quer deixar a Ucrânia. "Para já dizem que Lviv ainda é seguro, a última informação que temos é que estão em segurança. Já avançamos com os pedidos de autorização de residência temporária e aguardamos resposta por parte do SEF", explica José Gaspar Schwalbach.

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