Presidente do conselho de escolas garante que, na dúvida, os professores passaram os alunos

José Eduardo Lemos, presidente do conselho de escolas, admitem que as notas são melhores, este ano, mas recusa que haja um benefício.

O presidente do Conselho das Escolas diz que as notas finais dos alunos, este ano, foram melhores que em anos anteriores.

Mas acrescenta que isso não significa que os alunos tenham sido beneficiados, ou que tenham recebido algum benefício.

José Eduardo Lemos, presidente do Conselho das Escolas, entrevistado pela TSF, na Semana do Estado da Nação, explica que "os professores, na dúvida, decidiram não prejudicar os alunos", mesmo não sabendo se eles alcançariam os resultados.

A avaliação do ano letivo, ainda não foi feita, mas na primeira abordagem informal, o Conselho das Escolas identificou as maiores dificuldades para poder preparar o novo ano letivo.

"Temos de preparar a aplicação de cinco planos, e ainda formas alternativas de ensinar, se acontecer algum percalço", explica José Eduardo Lemos, que antecipa, um verão sem férias, para ter tudo pronto a tempo.

O também diretor da Escola Secundária Eça de Queiroz, na Póvoa de Varzim, acrescenta que vê com muita dificuldade a manutenção destas regras, em mais do que um ano letivo.

Este dirigente escolar saúda a forma como os pais ajudaram as escolas a lidar com a pandemia, admitindo que "são aliados ".

Sobre a autonomia, o presidente do Conselho das Escolas considera que foi importante, para organizar o ensino no confinamento.

"A autonomia é um estado de espírito", diz José Alberto Lemos, que diz que uma escola com autonomia, decide antes da administração central, e até, decide melhor.

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