Processo de vacinação nos tribunais é "semelhante" ao dos outros serviços do Estado

A afirmação do Ministério da Justiça surge após terem sido levantadas dúvidas quanto à segurança para a reabertura dos tribunais.

O Ministério da Justiça refere que a vacinação contra a Covid-19 nos tribunais está a ser feita "à semelhança" daquilo que ocorre nos outros serviços do Estado e da sociedade.

"Nos tribunais, a vacinação contra a Covid-19 tem vindo a processar-se de acordo com um critério que assenta no grau de exposição e risco de contágio e de acordo com a disponibilidade de vacinas, à semelhança daquilo que ocorre nos demais serviços do Estado e na sociedade em geral", lê-se numa nota enviada à TSF.

A resposta do Ministério da Justiça surge depois das preocupações evidenciadas pela Ordem dos Advogados e pelos sindicatos relativamente à falta de condições de segurança para a reabertura dos tribunais esta terça-feira.

O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público assegura que não estão garantidas as condições para que todos os funcionários judiciais voltem ao serviço ao mesmo tempo. Adão Carvalho refere que há "muitas reservas quanto à forma como é feita a higienização dos espaços onde decorrem as diligências".

António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, chama a atenção para o facto de, entre todos os funcionários da justiça, apenas os magistrados estarem a ser vacinados.

O bastonário da Ordem dos Advogados considera que todo o processo foi precipitado e ligeiro, o que provocará as habituais confusões. Menezes Leitão afirma que a reabertura deveria ter sido preparada e deveria ter sido feito um plano de vacinação.

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