Propinas dos politécnicos podem vir a ser pagas até setembro e sem juros de mora

A ideia partiu do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, que quer apresentar mais flexibilidade às famílias, financeiramente vulneráveis devido à chegada do novo coronavírus a Portugal.

Nos institutos politécnicos está a ser ponderada a possibilidade de pagamento de propinas até setembro. Tudo aponta para que, na reunião de quarta-feira do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, seja aprovada esta medida.

Esta iniciativa surge na sequência da paralisação e descapitalização de várias famílias, decorrente da pandemia de Covid-19. Pedro Dominguinhos, presidente do conselho de politécnicos, propõe uma moratória do prazo de pagamento, e justifica, em declarações à TSF: "Entendemos que também o ensino superior e as instituições poderão dar o exemplo prorrogando o prazo do pagamento das propinas."

O representante do coletivo de politécnicos explica que "existe uma lei de financiamento" e argumenta que se deva "equacionar, depois do prazo, o não pagamento dos juros de mora, atendendo ao tempo excecional que estamos a viver".

Não está, portanto, em causa "o não pagamento de propinas, mas a extensão do prazo dessas prestações", para que os pagamentos possam ser realizados até setembro e sem juros de mora.

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