Recursos, proximidade e diferenciação precisa-se numa altura em que em Lisboa cerca de 20% da população pediu ajuda online

Um debate onde se analisou a capacidade de resposta dos serviços de saúde mental durante a pandemia na região de Lisboa e Vale do Tejo, a falta de recursos, as necessidades de resposta, os fatores de risco como álcool e drogas, a prevenção e a expectativa quanto aos fundos da "bazuca" europeia para a criação de mais mil camas e 40 novas equipas comunitárias em todo o pais.

A proximidade e a diferenciação são dadas neste debate como palavras-chave para a resposta à procura dos serviços de saúde mental, numa altura em que apenas uma em cada quatro pessoas procura ajuda e que apesar da capacidade de diagnóstico, os profissionais se debatem com a falta de recursos, à espera das verbas da "bazuca europeia" para concretizarem medidas relativas a tratamentos e prevenção.

Vinte por cento da população, cerca de um milhão de pessoas procurou informação online sobre formas de ajuda ao nível da saúde mental durante o último ano e apesar das consultas e tratamentos de psiquiatria terem descido numa primeira fase da pandemia, agora têm vindo a crescer gradualmente com o desconfinamento social, sendo expectável que aumentem mais até 2022.

Uma realidade trazida a este debate por Luís Câmara Pestana, Chefe de Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental do HSM-CHLN Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, também por Teresa Maia, Coordenadora da Unidade Funcional de Psiquiatria do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca da Amadora, e ainda por Luís Oliveira, Neuropsicólogo e Vice-Presidente da ADEB - Associação de Apoio aos Doentes Depressivos e Bipolares.

Descobrir Mentes é uma parceiria TSF/JN com a Janssen, companhia farmacêutica do grupo Johnson & Johnson.

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