Sérgio Figueiredo põe fim a polémica, calor extremo a chegar e outros destaques TSF

Portugal prepara-se para enfrentar a terceira onda de calor, prevendo os meteorologistas que setembro seja mais quente e seco.

"Desisto, mas não fujo." As palavras são de Sérgio Figueiredo e marcam a manhã informativa desta quarta-feira. O ex-diretor da TVI renunciou ao cargo de consultor do ministro das Finanças e revelou a decisão num texto publicado no Jornal de Negócios.

Em reação, Fernando Medina disse lamentar "profundamente" a renúncia de Sérgio Figueiredo ao cargo de consultor no seu ministério, mas sublinhou compreender "muito bem" as suas razões.

Com as previsões meteorológicas a apontarem para uma nova subida das temperaturas no final desta semana, o presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Jorge Miguel Miranda, revelou que o país vai atravessar uma terceira onda de calor a partir de 20 de agosto.

"Falta metade de agosto, setembro e não sabemos quantos dias de outubro. Provavelmente vamos ter um setembro um pouco mais seco e quente. Gostávamos imenso de transmitir ao ministro previsões mais otimistas, felizmente não é possível", explicou

No incêndio na Serra da Estrela, o vento é esta quarta-feira o principal "inimigo" dos bombeiros que combatem as chamas e que tentam evitar projeções. O fogo, cujo perímetro se estende a longo de 160 quilómetros, está 90% dominado.

Em Espanha, os incêndios também não dão tréguas e pelo menos onze pessoas ficaram feridas, três delas com gravidade, ao sair de um comboio ameaçado pelas chamas do incêndio de Bejís, no sul de Castellón.

No Brasil, a campanha eleitoral arrancou quente, como não poderia deixar de ser, naquela que os analistas preveem como a mais virulenta e violenta da História democrática do país.

No desporto, Patrícia Mamona apurou-se para a final do triplo salto dos Europeus de atletismo, a realizar na sexta-feira em Munique, logo ao primeiro salto e com a sua melhor marca do ano.

A marcar a manhã desta quarta-feira está também a história de Salma al-Shehab, uma estudante saudita da Universidade de Leeds, no Reino Unido, que regressou a casa para umas férias e foi condenada a 34 anos de prisão por ter uma conta no Twitter, seguir e fazer retweet de publicações de ativistas.

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