Sismo de magnitude 4,1 sentido na ilha de São Miguel

O evento foi ainda sentido com intensidade IV nas freguesias de Ribeira Seca e S. Pedro e nas freguesias do Nordeste, Achada, Achadinha, Santana e Salga.

Um sismo de magnitude 4,1 na escala de Richter e epicentro a cerca de 35 quilómetros a sudeste (SE) de Água Retorta, em São Miguel, nos Açores, foi sentido esta madrugada em várias freguesias da maior ilha açoriana.

O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) indica que o sismo foi sentido às 05h57 locais (06h57 em Lisboa), segundo um comunicado da Proteção Civil dos Açores.

De acordo com o CIVISA, e segundo a informação disponível até ao momento, o abalo foi sentido com intensidade máxima IV/V na escala de Mercalli Modificada nas freguesias de Faial da Terra, Nossa Senhora dos Remédios e Furnas (concelho de Povoação) e na freguesia de Ponta Garça (concelho de Vila Franca do Campo).

O evento foi ainda sentido com intensidade IV nas freguesias de Ribeira Seca e S. Pedro (concelho de Vila Franca do Campo) e nas freguesias do Nordeste, Achada, Achadinha, Santana e Salga (concelho de Nordeste).

O abalo foi também sentido com intensidade IV nas freguesias de Fenais da Ajuda, Maia e S. Brás, no concelho de Ribeira Grande, e nas freguesias de Água de Pau e Nossa Senhora do Rosário (concelho de Lagoa).

No concelho de Ponta Delgada o sismo foi sentido com intensidade III/IV na freguesia de S. Pedro, segundo o CIVISA. De acordo com a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).

A escala de Mercalli Modificada mede os "graus de intensidade e respetiva descrição" e, quando há uma intensidade III, considerada fraca, o abalo é "sentido dentro de casa" e "os objetos pendentes baloiçam", sentindo-se uma "vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados", descreve-se no 'site' do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

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