Supremo dos EUA revoga direito ao aborto, Costa sobre crise energética e outros destaques TSF

Joe Biden garante que o tema do aborto "não acaba aqui" e pede que todos e quaisquer protestos sejam pacíficos, mas garante que vai fazer tudo o que está ao seu alcance para proteger os direitos das mulheres.

Numa decisão histórica, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos revogou o direito federal ao aborto, deixando nas mãos de cada estado o acesso à interrupção voluntária da gravidez. Com esta decisão, tomada por seis juízes, é revogada a decisão tomada no histórico caso Roe v. Wade, em 1973. O Presidente norte-americano, Joe Biden, já alertou que a "vida e saúde das mulheres estão em risco" e lamentou que o país tenha recuado 150 anos.

Veja no mapa abaixo qual a posição de cada estado no que respeita à permissão ou proibição do aborto.

"Outra situação." É o que o primeiro-ministro, António Costa, espera que a União Europeia (UE) enfrente, no outono, em termos energéticos. O chefe do Governo português que diminuir a dependência da russa e admite ainda "riscos globais" no fornecimento do gás, apesar da baixa dependência de Portugal.

Ainda com os cortes salariais na TAP na ordem do dia, o ​​​​​​​ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, avisa que é necessário respeitar o plano de reestruturação da companhia, não estando a empresa em situação de reverter os cortes aprovados.

O PS mantém a vontade de continuar o debate político para uma maior regulação das ordens.

A segunda dose de reforço da vacina contra a Covid está disponível, a partir, desta sexta-feira, em regime de casa aberta para maiores de 80 anos.

Foram confirmados mais 20 casos de contágio pelo vírus monkeypox nas últimas 24 horas em Portugal.

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social defende que casos como o da morte de uma menina de 3 anos em Setúbal "exigem uma avaliação completa" para identificar possíveis melhorias e apela a que toda a sociedade tenha "capacidade de ser vigilante para identificar potenciais casos".

O Congresso dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei bipartidário para restringir o acesso a armas de fogo, a reforma mais importante nos últimos 30 anos na luta contra a onda de violência armada.

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