"Têm de arranjar soluções." Profissionais das escolas pedem respostas ao Ministério da Educação

Concentração da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais está marcada para esta terça-feira às 14h30, mas o Ministério da Educação ainda não deu qualquer resposta ao pedido para serem recebidos.

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais vai estar esta terça-feira concentrada em frente ao Ministério da Educação. Os manifestantes querem respostas para os problemas que afetam os profissionais das escolas.

Ouvido pela TSF, Artur Sequeira, dirigente da federação, explicou as principais reivindicações dos trabalhadores, começando por referir a necessidade da prorrogação, por mais um ano, "dos contratos dos trabalhadores", que terminam a 31 de agosto, para "cumprir a promessa, que foi a sua [dos trabalhadores técnicos especializados de educação] integração nos quadros".

"Outro aspeto foi a questão dos trabalhadores que foram integrados, mas foram colocados muito longe das suas casas e que têm de arranjar soluções, nomeadamente a criação de postos de trabalho de técnicos superiores para que possam ficar integrados", acrescenta Artur Sequeira.

De forma mais generalizada, também já são antecipadas as possíveis perturbações para o próximo ano letivo, como a "falta de pessoal" e a segurança nas escolas, reivindicações que a federação também pretende apresentar ao Governo.

O sindicalista também mostra algum desacordo em relação à transferência de competências para os municípios, porque, "em termos constitucionais é o ministério de educação que tem de zelar para que a escola pública universal e inclusiva funcione em todo o país " e existem locais sem possibilidade de suportar os custos financeiros.

Artur Sequeira também explicou que o ministério da educação tem conhecimento da concentração que vai começar às 14h30, mas que ainda não têm qualquer resposta ao pedido para serem recebidos.

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