Terceira dose da vacina. "Não há consenso nacional nem internacional"

António Lacerda Sales diz que é preciso esperar pela determinação dos benefícios de uma eventual terceira dose da vacina contra a Covid-19.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde admitiu que ainda "não há um consenso nem a nível nacional, nem a nível internacional", que permita a Portugal avançar para a terceira dose da vacina contra a Covid-19. António Lacerda Sales afirma, portanto, que é necessário aguardar, para que, "no devido tempo", surja uma decisão da Direção-Geral da Saúde.

Em entrevista à TVI, o secretário de Estado garantiu, no entanto, que, caso as autoridades de saúde decidam positivamente, haverá doses de vacina suficientes. Aliás, o envio para países como os PALOP demonstra que o objetivo é "não deixar vacinas na prateleira", o que não inviabilizará um reforço da inoculação em Portugal.

A terceira dose da vacina contra a Covid-19 foi aprovada em imunodepressivos nos Estados Unidos da América. Para quem recebeu a segunda dose há oito meses, a terceira também passará a ser administrada. Em Israel, desde o final de julho, mais de 1.200.000 israelitas foram já vacinados com o reforço da vacina contra a Covid-19.

Lacerda Sales também reconheceu também, nesta entrevista, que do Conselho Ministros desta sexta-feira possa resultar um alívio das medidas, depois de atingida, antecipadamente, a meta dos 70% da população vacinada.

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