Greve levou à supressão de mais de metade dos comboios até às 10h00

Também a Fertagus, que assegura a ligação ferroviária sobre a Ponte 25 de Abril, informou que a circulação será condicionada pela greve, já que estará limitada a 25% dos horários habituais.

Os trabalhadores da CP - Comboios de Portugal e da Infraestruturas de Portugal (IP) cumprem, esta sexta-feira, um dia de greve, reivindicando aumentos salariais e um reforço das contratações. Até às 10h00 foram suprimidos 294 comboios dos 438 que estavam programados. Fonte da CP indica que não se realizaram 77 ligações regionais, 18 de longo curso, 49 urbanos do Porto e 150 urbanos de Lisboa.

A ausência de respostas da tutela esteve na origem da marcação desta greve, prevendo a CP avisar que poderão ocorrer "fortes perturbações" na circulação de comboios a nível nacional.

Na informação disponível no seu site a empresa refere que o Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social decretou serviços mínimos que implicam a realização de cerca de 25% do total da oferta de comboios, sendo de admitir que os efeitos da greve poderão estender-se às primeiras horas da manhã de sábado, dia 9 de outubro.

Também a Fertagus, que assegura a ligação ferroviária sobre a Ponte 25 de Abril, informou que a circulação será condicionada pela greve, já que estará limitada a 25% dos horários habituais.

A Fertagus lamentou as perturbações na circulação e sugeriu a utilização de transportes alternativos.

A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans) e outras organizações sindicais convocaram para esta sexta-feira uma greve de trabalhadores da CP e da IP, tendo como principal reivindicação aumentos salariais.

A admissão de trabalhadores, a tomada de medidas para a "harmonização das regras de trabalho na CP e na IP" e "uma calendarização para a negociação da revisão da contratação coletiva" são outros dos pontos a que exigem resposta.

Notícia atualizada às 8h44

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