Um desconfinamento que ainda vai a meio. Tudo o que muda de Mafra a Sesimbra

A Área Metropolitana de Lisboa ainda não pode respirar tão livremente como o resto do país mas, tendo em conta que há um alarme a tocar no seu interior, podia estar pior.

É um meio-termo: nem estado de calamidade, nem estado de alerta. A Área Metropolitana de Lisboa ficou esta quinta-feira a saber que, a partir do dia 1 de julho, vai entrar estado de contingência.

Com 71% dos 311 casos de Covid-19 confirmados esta quinta-feira, o conjunto dos concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal e Vila Franca de Xira ficou a saber que vai ter regras específicas a cumprir. Amadora e Sintra também fazem parte deste conjunto mas, por lá, as regras vão ser ainda mais apertadas.

A partir de quarta-feira, os estabelecimentos comerciais nestes concelhos vão ter de fechar às 20h, mas há exceções: os restaurantes podem continuar abertos para serviço de refeições e take-away, tal como os super e hipermercados, que passam a fechar às 22h. Postos de abastecimento de combustíveis, clínicas, consultórios e veterinários, farmácias, funerárias e equipamentos desportivos também não precisam de fechar às 20h.

Nas ruas vai pode andar-se um pouco mais à vontade: os ajuntamentos têm um limite máximo de 10 pessoas, mas o consumo de álcool na via pública é proibido. E por falar em álcool, este não vai poder vender-se nas estações de serviço.

O confinamento continua a ser obrigatório para quem esteja doente ou em vigilância ativa e as regras de distanciamento físico, uso de máscara, lotação, horários e higienização continuam a ser para cumprir. Aliás, já há coimas para quem não o fizer: vão de 100 a 500€ para pessoas singulares e de 1000 a 5.000€ para pessoas coletivas.

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