Universidade do Algarve começa a fazer testes à Covid-19

Fase inicial vai contar com cinco equipa de três elementos.

Quinze investigadores do Centro de Investigação em Biomedicina vão trabalhar sobre as amostras que chegam diariamente para despistagem do novo coronavírus. E já estão a postos para começar.

"Inicialmente, teremos capacidade para fazer cerca de 40 testes", diz o diretor do centro. No entanto, sublinha Clévio Nóbrega "se a procura aumentar, poderemos duplicar ou até triplicar" o número de amostras.

O responsável pelo Centro de Investigação em Biomedicina da Universidade do Algarve (UALG) revela que os primeiros testes devem começar a ser feitos nesta instituição na próxima quarta-feira.

O protocolo seguido é o adotado pelo Instituto de Medicina Molecular (IMM). A investigadora Bibiana Ferreira explica que os quinze investigadores vão estar a postos para fazer o trabalho.

"Constituímos para a fase inicial cinco equipas de três elementos cada", conta. Se um dos elementos ficar infetado com o novo coronavírus, toda a equipa (os três elementos) ficará de quarentena.

O diretor do centro explica que a forma de fazer estes testes dá todas as garantias. " São totalmente fiáveis", garante Clévio Nóbrega, que assegura também que os investigadores de todos os centros do país "têm uma experiência vastíssima neste tipo de testes".

Para abraçar este projeto, os investigadores da Universidade do Algarve já trabalham há pelo menos duas semanas nos laboratórios, realizando ensaios.

"Ontem começámos a testar as primeiras amostras e estamos a afinar alguns procedimentos no laboratório", afirma Bibiana Ferreira. Quarta-feira deverão começar a recolher as primeiras amostras em doentes.

O Algarve é uma das zonas do País onde os lares de idosos vão ser sujeitos a testes para a Covid-19, facto que levará a aumentar muito a procura por instituições que realizem este trabalho.

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