Vacinas administradas no Queimódromo não têm eficácia comprometida

O certificado digital está disponível para quem tomou a segunda dose da vacina no Queimódromo. No entanto, ainda não foi tomada uma decisão quanto à reabertura deste centro de vacinação.

A Administração Regional de Saúde do Norte garante que as falhas ocorridas na refrigeração das doses de vacina no Queimódromo, no Porto, não tiveram impacto na qualidade nem na eficácia, já que "todas as condições de segurança" foram asseguradas "no momento da inoculação".

A notícia foi avançada pelo jornal Público e confirmada à TSF pela ARS Norte. As análises realizadas pelos fabricantes confirmaram a inexistência de problemas no fármaco, pelo que, das 980 pessoas que, no início de agosto, foram imunizadas com doses pertencentes aos dois lotes expostos a falhas na cadeia de frio, as que receberam a dose única da Janssen já podem solicitar o certificado digital que atesta a vacinação.

De acordo com o Público, o documento digital também está disponível para utentes que receberam a primeira dose da Comirnaty e que anteriormente foram infetados com o SARS-CoV-2. Os que nunca estiveram infetados e tomaram a primeira dose da vacina da Pfizer serão ainda convocados para uma segunda dose, através de uma SMS, com informações de dia, hora e local.

Ainda não foi, no entanto, definido se o centro de vacinação no Queimódromo, suspenso desde 12 de agosto, voltará a abrir, dado que não foi detetada a falha que permitiu a quebra das temperaturas ideais para a preservação das vacinas, e continuam em curso inquéritos para apurar responsabilidades.

As investigações visam procurar o que levou à quebra na cadeia de frio, bem como por que é que a falha não foi logo detetada.

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