Visitas nos hospitais da Madeira suspensas por mais dez dias

A secretaria regional da Saúde da Madeira anunciou a suspensão das visitas depois de terem sido detetados dois surtos de Covid-19 nos hospitais dos Marmeleiros e João de Almada, situados nos arredores do Funchal.

O Serviço Regional de Saúde da Madeira (Sesaram) decidiu prolongar por mais dez dias a suspensão do regime de visitas nas unidades hospitalares do Funchal na sequência do aumento dos casos de Covid-19, foi anunciado neste sábado.

"O Sesaram mantém a suspensão de regime de visitas por motivo de prevenção por mais dez dias, nas unidades hospitalares João de Almada, Marmeleiros e Dr. Nélio Mendonça", pode ler-se na informação divulgada.

O serviço adianta que as pessoas podem solicitar informações pretendidas junto do Balcão do Cidadão, localizado na entrada do Hospital Dr. Nélio Mendonça, através dos números 291705763 e 961186549 ou para o correio eletrónico: balcaocidadao@sesaram.pt.

Estes meios estão em funcionamento de segunda a sexta-feira entre das 08h30 às 19h00 e aos sábados/feriados entre as 10h00 e as 13h00.

Também refere que, para situações de internamento inicial após o atendimento no Serviço de Urgência do Hospital Dr. Nélio Mendonça, as pessoas podem contactar o Gabinete de Apoio à Família, naquela unidade, utilizando o número de telefone 291705608, entre as 08h00 e as 00h00, todos os dias.

A 7 de janeiro, a secretaria regional da Saúde da Madeira anunciou a suspensão das visitas nestas unidades depois de terem sido detetados dois surtos de Covid-19 nos hospitais dos Marmeleiros e João de Almada, situados nos arredores do Funchal, como forma também de proteger os profissionais do setor.

De acordo com os últimos dados divulgados sexta-feira pela Direção Regional de Saúde (DRS), a Madeira registou mais 2006 casos de infeção por SARS-CoV-2 e 647 recuperados, passando a contabilizar 12.266 infetados ativos.

Esta autoridade complementou que estão internadas 83 pessoas no Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, quatro delas em cuidados intensivos, e 83 doentes cumprem isolamento numa unidade hoteleira dedicada, permanecendo os restantes doentes em alojamento próprio.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.
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