A espantosa realidade das coisas

“A espantosa realidade das coisas é a minha descoberta de todos os dias”
No magazine semanal de Fernando Alves, o sociólogo Paulo Pedroso observa a superfície e o fundo dos grandes temas da sociedade global. A investigadora Rita Figueiras promove a literacia da comunicação política. E a repórter Teresa Dias Mendes regista sinais fortes dos dias que passam.
Aos domingos, depois das 13h00

Gostaria de ser um magnata da televisão?

O magazine dos domingos começa por pedir aos comentadores residentes (a professora de Ciências de Comunicação e Comunicação Política da Universidade Católica de Lisboa, Rita Figueiras, e o sociólogo e professor do ISCTE, Paulo Pedroso) uma análise aos desafios colocados por um simulador de bastidores de televisão criado pela TV Empire Tycon. Esse simulador fornece aos jogadores um pequeno cenário televisivo no qual eles devem actuar como um produtor de programas de televisão. Os jogadores começam por se colocarem na pele de um funcionário do estúdio cuja influência vai aumentando ao ponto de ele ser solicitado a tomar decisões numa cadeia de televisão. Os jogadores são chamados a decidir sobre escolhas de conteúdos, criação de cenários, contratação de operadores de régie, apresentadores, uma infinidade de situações.

Outro tema que merece a análise dos comentadores residentes da Espantosa Realidade das Coisas é aquele com se prende com o vaticínio de um veterano do jornalismo, o norte-americano Seymor Hersh, há dias, ao jornal "Público". Ele acredita que os media vão perder muita audiência nos próximos um ou dois anos porque, com Joe Biden, a situação vai acalmar. Uma das previsões de Hersh é a de que, "com o desaparecimento do discurso racista de Trump, fecha-se a janela para a imprensa cobrir questões de raça e imigração com mais intensidade. Persistirão os problemas, mas os jornais não terão os mesmos leitores". Daí a pergunta feita aos comentadores-residentes: Os media precisam mesmo de Trumps e Bolsonaros?

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