Conferências Ação Humanitária

O ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa lança um ciclo de conferências dedicadas à Ação Humanitária, acompanhado pela TSF, que passa pelos quatro cantos do mundo.

O Banco Mundial e a Ajuda Humanitária

Depois tragédia do ciclone Idai, que devastou Moçambique, o ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa voltou a debater o papel do Banco Mundial na ação humanitária.

Rentabilizar ao máximo o valor da pesca na economia ou reconstruir infraestruturas são apenas duas das intervenções levadas a cabo pelo Banco Mundial em Moçambique. Há muito que a instituição está presente naquele que é o 5.º país mais pobre do mundo, com o duplo objetivo de criar e garantir a partilha de riqueza e ajudar ao desenvolvimento.

Ana Lúcia Martins, investigadora do ISCTE e coordenadora deste Ciclo Internacional de Conferências em Ação Humanitária, clarifica as tarefas pelas quais passa a missão do Banco Mundial em Moçambique, perante a tragédia do ciclone Idai.

O orador convidado desta sessão é Paulo Pedroso, antigo ministro e atual administrador suplente do Banco Mundial, além de consultor e coordenador de projetos de cooperação em países como a Turquia, a Roménia ou a Bulgária.

O também professor do departamento de Ciência Política e Políticas Públicas do ISCTE refere que a prioridade do Banco Mundial em Moçambique depois da devastação deixada pelo Idai é reconstruir prevenindo.

Dias depois da tragédia, a instituição aprovou um primeiro pacote de ajuda no valor de quase 700 milhões de euros, com o intuito de dotar o país de infraestruturas que consigam resistir aos efeitos das alterações climáticas e, ao mesmo tempo, garantir o desenvolvimento da economia moçambicana.

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