Conferências Ação Humanitária

O ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa lança um ciclo de conferências dedicadas à Ação Humanitária, acompanhado pela TSF, que passa pelos quatro cantos do mundo.

O desafio da coordenação na resposta a situações de crise

No Dia Nacional da Proteção Civil - 1 de março - o ISCTE convidou a uma reflexão sobre o desafio de coordenar a resposta a situações de crise.

Não é preciso recuar muito no tempo para que os portugueses se recordem do drama que pode assumir a falta de coordenação de pessoas e meios na resposta a uma situação de crise - como aconteceu com os incêndios florestais de 2017.

O problema não é exclusivo de Portugal - basta lembrar os fogos que também tiveram lugar na Suécia ou na Grécia.

Em declarações à TSF, Ana Lúcia Martins, investigadora do ISCTE e coordenadora deste Ciclo Internacional de Conferências em Ação Humanitária, sublinha que, por vezes, a coordenação de meios é um desafio tão grande ou maior do que a falta destes.

Tomemos como cenário o Haiti, devastado pelo grande sismo que ocorreu em janeiro de 2010.

A terra tremeu. Para trás ficou um país destruído. E um número gigante de mortos - 330 mil, de acordo com as estatísticas incertas do governo Haitiano.

Portugal foi um dos muitos países que participou naquela que é, provavelmente, a maior operação de ajuda internacional alguma vez realizada.

À frente da missão portuguesa esteve Elísio Oliveira, atualmente comandante distrital da Autoridade Nacional de Proteção Civil.

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