Estado da Nação

O programa pretende lançar uma reflexão sobre o estado da nação e dar pistas para ajudar as empresas a lidar com o impacto económico da pandemia de Covid-19. Como podem as empresas prevenir-se? Como pode a banca ajudar a manter a saúde das empresas e a competitividade da economia portuguesa?
Jorge Portugal, diretor-geral da COTEC, João Duque, Economista e Professor do ISEG, António Saraiva, Presidente da CIP, e Rui Constantino, Economista-chefe do Santander Portugal vão lançar pistas sobre que plano de ação definir.
Estas e outras questões serão debatidas todas as quartas-feiras, depois das 16h na TSF, e aos sábados no Dinheiro Vivo.

Um programa TSF e Dinheiro Vivo, em parceria com o Banco Santander

Sem receber do Estado, 84% das empresas pagou salários

Em mais uma edição do Estado da Nação, programa do DV e TSF em parceria com o Santander, António Saraiva, da CIP faz mais algumas revelações.

António Saraiva analisa no programa Estado da Nação desta semana a evolução do contrato de lay-off com o Estado e destaca "o facto de muitas das empresas ainda estarem com dificuldades de acesso" e que "84%, apesar de não ter ainda recebido, no fim do mês passado garantiu o salário aos seus trabalhadores".

Na segunda-feira, a CIP anunciou os resultados do inquérito semanal, e no que toca à análise do comportamento das empresas portuguesas quanto ao lay-off simplificado, o presidente da CIP destaca como fundamentais dois aspetos.

"Aquilo que nos preocupa é o facto de muitas das empresas ainda estarem com dificuldades de acesso", introduziu o representante da patronal. "Registamos, contudo, o facto agradável de que 84% das empresas, apesar de não terem ainda recebido, no fim do mês passado não deixaram de honrar os compromissos salariais para com os seus trabalhadores", assumiu António Saraiva.

"E fundamentalmente, [destaco] estes dois factos", sublinhou. E fez uma análise mais detalhada do processo de lay-off introduzido pelo governo para fazer face às consequências de uma suspensão de grande parte do setor económico.

"[Tenho de] Lamentar, por um lado, algum atraso na chegada da parte dos 70% dos dois terços que correspondem ao Estado, através da Segurança Social, que pela promessa que nos feita estará liquidada até ao próximo dia 15", explicou.

"Esperemos que assim seja, mas lamentamos esse atraso, porque como tínhamos inicialmente proposto, e já aqui falámos em programas anteriores, o dinheiro deveria chegar diretamente da Segurança Social aos trabalhadores, evitando este atraso passando pelas empresas, e dando ao trabalhador a sensação errada de que é a empresa que lhe está a provocar esse atraso", desenvolveu o presidente da CIP.

"E [devo destacar] o facto de que, apesar disso, 84% das empresas garantiram o salário aos seus trabalhadores", insistiu.

"São os dois aspetos que realçaria do nosso inquérito, que como se sabe é semanal, e que, enfim, tentaremos a cada segunda-feira apresentar, na parceria que temos com o ISCTE, o tomar de pulso de um conjunto de questões", prometeu António Saraiva.

João Duque, economista e professor universitário, Rui Constantino, economista-chefe do Santander Portugal, e João de Castro Guimarães, diretor executivo da GS1, também participam neste debate.

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