Governo Sombra

Eles querem, podem, mas não mandam! Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares - num programa moderado por Carlos Vaz Marques - são o Governo Sombra. Um governo que não decide. Uma equipa ministerial sem consenso. Um conselho de ministros que convive bem com as fugas de informação. Semanalmente, passam a atualidade em revista, examinam à lupa os dossiês, interpelam os protagonistas sem rodeios.
Domingo, depois das 11h00. À segunda-feira, depois das 13h00 em versão compacto

"Queremos que o amor acompanhe a inflação", sugere RAP à CGTP

Ricardo Araújo Pereira trouxe ao Governo Sombra ideias para novas reivindicações, depois de Joacine Katar Moreira ter dito no Parlamento que um salário mínimo de 900 euros constitui um "ato de amor".

A frase mais comentada do debate quinzenal foi da deputada do Livre, que disse que "não se pode falar de salário mínimo nacional sem se falar de amor" .

"No meu tempo o salário não era amor, pá!" - começa por dizer Ricardo Araújo Pereira - "Era um direito. Mas eu não tenho nada contra (...) e fico ansioso pelas manifestações da CGTP a reivindicar mais amor: "queremos um aumento de 20% de amor", "queremos que o amor acompanhe a inflação", "chega de congelamento do amor", "abaixo os amores de miséria", continua o humorista, enumerando várias sugestões para novos slogans reivindicativos da CGTP.

Visto assim, até João Miguel Tavares apoia a ideia, o jornalista chega mesmo a dizer: "estou capaz de ficar com o lugar de Arménio Carlos", secretário-geral da CGTP. Já Pedro Mexia, o poeta, diz que "não tem nada a dizer sobre o amor", arrancando uma gargalhada do público.

A emissão completa do Governo Sombra, para ver ou ouvir, sempre em tsf.pt.

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