Governo Sombra

Eles querem, podem, mas não mandam! Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares - num programa moderado por Carlos Vaz Marques - são o Governo Sombra. Um governo que não decide. Uma equipa ministerial sem consenso. Um conselho de ministros que convive bem com as fugas de informação. Semanalmente, passam a atualidade em revista, examinam à lupa os dossiês, interpelam os protagonistas sem rodeios.
Domingo, depois das 11h00. À segunda-feira, depois das 13h00 em versão compacto

RAP defende que só PCP e BE deveriam fazer relatórios das Comissões de Inquérito

Esta semana foi aprovado por unanimidade o Relatório final da comissão de inquérito à CGD, mas não sem antes ter surgido uma pequena "escaramuça" política, ligada ao nome de Celeste Cardona.

Na primeira versão do Relatório final da comissão de inquérito à CGD, elaborado pelo deputado João Almeida, do CDS, não constava o nome de Celeste Cardona entre os responsáveis pelo que aconteceu no banco público. O PS não gostou e, entre várias outras propostas de alteração , pediu que o nome da antiga ministra da Justiça pelo CDS-PP no início da década de 2000 fosse incluído, já que foi foi administradora da CGD com o pelouro dos serviços jurídicos.

A pequena "escaramuça" política não surpreendeu Ricardo Araújo Pereira, que considera normal que o relator de um relatório desta natureza proteja as pessoas do seu partido. E avança com uma forma de contornar o problema: "a solução é o relator ser sempre alguém do PCP ou do Bloco, que, como não têm administradores, malham em toda a gente" - avança o humorista no programa Governo Sombra. João Miguel Tavares discorda e sugere que seja antes alguém do PAN. Feitas as alterações, o Relatório final da comissão de inquérito à CGD acabou por ser aprovado com unanimidade .

A emissão completa do Governo Sombra, para ver ou ouvir , sempre em tsf.pt

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