Governo Sombra

Eles querem, podem, mas não mandam! Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares - num programa moderado por Carlos Vaz Marques - são o Governo Sombra. Um governo que não decide. Uma equipa ministerial sem consenso. Um conselho de ministros que convive bem com as fugas de informação. Semanalmente, passam a atualidade em revista, examinam à lupa os dossiês, interpelam os protagonistas sem rodeios.
Domingo, depois das 11h00. À segunda-feira, depois das 13h00 em versão compacto

RAP mostra-se desiludido com a quarentena: "Há muito mais faxina para fazer"

Em estado de emergência, sob ameaça do novo coronavírus, o Governo Sombra reuniu, de mãos bem lavadas e bem desinfetadas, porque trabalho é trabalho.

Depois de mais um programa dominado pela pandemia de Covid-19, os "ministros" do Governo Sombra passaram à habitual recomendação de livros. Ricardo Araújo Pereira recomendou um regresso aos clássicos e trouxe como sugestões de leitura "A Relíquia", de Eça de Queiroz e "A Queda de um Anjo", de Camilo Castelo Branco.

O humorista explica as grandes vantagens em recomendar estes dois clássicos: são fáceis de encontrar na internet em formato digital, são dois livros muitíssimo divertidos, e por último, "as pessoas podem dizer que estão a reler, porque só os pelintras é que leem".

Mas antes, Ricardo Araújo Pereira mostrou-se desiludo, porque a realidade da reclusão em casa não tem ido ao encontro das suas expectativas: "Isto da quarentena não tem sido aquelas flores que me tinham prometido, que era muito tempo para ler livros, e ver séries e tal. Afinal não. Há muito mais faxina para fazer, porque estamos muito mais tempo em casa, por isso suja-se e desarruma-se mais, etc. Continuamos a ter trabalho, não é? E portanto ainda não vi esse tempo para espairecer e para ler." - Queixou-se aos restantes "ministros".

A emissão completa do Governo Sombra, para ver ou ouvir, sempre em tsf.pt.

Outras Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de